5.10.13

Surpresa total: Marina entra no PSB. Será vice de Eduardo Campos? Ou vice-versa?

Dimmi Amora e Ranier Bragon
(Folha)
A ex-senadora Marina Silva assinou em Brasília a ficha de filiação ao PSB, do pré-candidato a presidente Eduardo Campos. Em seu discurso, a ex-senadora disse que entrou no PSB para “adensar” a candidatura de Campos, e que não seria possível chegar a um partido com a candidatura “posta” e pedir para ser a candidata.
Num discurso de quase 30 minutos, Marina estava bem humorada e falou que Campos acabou sendo seu “Plano C”. Ela fazia uma referência às seguidas perguntas de jornalistas e políticos a ela antes da decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que não deferiu o pedido da Rede para o registro do partido por falta de assinaturas validadas sobre qual seria seu plano B caso o plano A, a criação da rede, não desse certo.
“O plano C é Campos”, disse Marina.
PARTIDO CLANDESTINO
Marina reclamou mais uma vez dos critérios da Justiça Eleitoral.
“Somos o primeiro partido clandestino do Brasil criado em plena democracia”, afirmou Marina.
A candidata afirmou que não quis as outras opções que foram colocadas, se aliar a outro partido para ser candidata ou não apoiar nenhuma candidatura, por entender que não poderia ficar de fora do processo político nesse momento.
Ela afirmou que continuará sendo a porta voz da Rede e que a aliança com o PSB não será “pragmática” e sim “programática”, criticando indiretamente as alianças políticas atuais. E seu discurso, Marina também descartou a sua própria candidatura.
“Vamos para chancelar o programa da Rede e, em uma discussão democrática, adensar uma candidatura que já está posta”, disse Marina.
Tribuna da Imprensa

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